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Auxílio emergencial pago pelo governo Bolsonaro produz uma queda histórica na desigualdade social no Brasil

O auxílio emergencial de R$ 600,00 que é pago pelo governo Bolsonaro teve impacto significativo na redução das desigualdades no Brasil. A injeção na economia de R$ 50 bilhões a cada mês por meio do auxílio emergencial para informais reduziu a pobreza e fez a desigualdade brasileira chegar a seu menor nível histórico, de acordo com cálculo inédito do sociólogo Rogério Barbosa, do Centro de Estudos da Metrópole da USP. “Foi uma queda da desigualdade sem precedentes. Se não houvesse o auxílio, todo o esforço redistributivo dos últimos 25 anos teria se perdido”, diz o pesquisador Rogério Barbosa, sobre o auxílio que já beneficia 60 milhões de brasileiros – o que influiu nos índices de aprovação do governo federal. Entre os desempregados, a reprovação caiu nove pontos em relação a junho, de 43% para 34%. Já o apoio subiu 12 pontos, de 24% para 36%, no mesmo período.

A grande discussão hoje é como criar uma política de renda mínima, sem estourar os limites impostos pelo orçamento. O governo gasta com o auxílio emergencial mais de 17 vezes o que transfere no programa Bolsa Família por mês. O valor do benefício aumentou e o número de pessoas atendidas também. Rogério Barbosa calculou o impacto do auxílio emergencial no Índice de Gini, que varia de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, maior a concentração. Segundo o estudo, a queda no índice este ano foi superior à dos oito anos do governo do bandido corrupto Lula, período recente de maior redução da desigualdade. Caiu de 0,543 em 2019 para 0,492 em maio deste ano. Sem o auxílio, o Gini hoje seria de 0,569, comparável ao de 1970: 0,565.

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