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França dá chancela legal ao fechamento de mesquita que divulgou vídeo contra o degolado professor Samuel Paty

A Justiça administrativa francesa validou nesta terça-feira (27) a decisão do Ministério do Interior de fechar por seis meses uma mesquita que divulgou um vídeo contra o professor Samuel Paty, que mais tarde foi decapitado por um islâmico radical. Um tribunal administrativo concluiu que as autoridades não haviam “violado grosseira e manifestamente as liberdades fundamentais” ao fechar o local de culto, de forma provisória, “para evitar a repetição desses atos”. Essa medida é típica de um governo vacilante e covarde, como o de Emmanuel Macron, um pusilânime. A França deveria agir como Israel, explodir a mesquita que se transformou em um centro de propagação do terrorismo islâmico no país. França.

As autoridades censuram os responsáveis por terem divulgado em sua página do Facebook, em 9 de outubro, um vídeo que mostra o pai islâmico de uma estudante do colégio Conflans-Sainte-Honorine indignado com um curso sobre liberdade de expressão dado por Samuel Paty em 5 de outubro. Em 16 de outubro, o professor de história e geografia foi decapitado por um terrorista islâmico de 18 anos de origem russo-chechena, enquanto caminhava pelo centro. A família desse terrorista, assim como todos os seus parentes, deveria ser imediatamente expulsa do país e devolvida à Chechênia.

Durante a audiência da segunda-feira, o chefe da mesquita Pantin, localizada nos arredores de Paris, Mohammed Henniche, desculpou-se por compartilhar o vídeo e disse que estava “arrasado” diante desse “crime desprezível”. Em sua decisão, porém, o tribunal determinou que Henniche foi “negligente” e que “sua posição e deveres deveriam tê-lo levado a mostrar mais moderação”.

O tribunal argumentou ainda que a decisão de fechar temporariamente a mesquita também leva em consideração a presença de um “movimento radical” dentro dela, no qual o Imam Ibrahim Doucouré, que celebra as orações de sexta-feira ali, estaria envolvido. Doucouré havia anunciado no domingo a suspensão de suas funções na mesquita. Em um comunicado, a Federação Muçulmana Pantin anunciou que vai apelar dessa decisão ao Conselho de Estado, o principal tribunal administrativo da França. É preciso prender esses terroristas todos e expulsá-los do país a seguir. Entre outras medidas, a França deve considerar urgentemente a cassação de cidadanias de islâmicos que se envolvam com terorismo. Mas não se deve esperar nada nesse sentido do pusilânime presidente Emmanuel Macron.

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