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Irmãos gêmeos alemães acumulam fortuna de US$ 22 bilhões com a vacina da BioNTech para o virus da China

O rali das bolsas impulsionado pelos resultados promissores do ensaio da vacina contra a Covid-19 da Pfizer aumentou as fortunas de muitos investidores, mas nada comparado ao embolsado pelos irmãos gêmeos Andreas e Thomas Struengmann, da Alemanha.

Juntos, os gêmeos aumentaram o patrimônio em US$ 8 bilhões neste ano devido à participação na BioNTech, parceira da Pfizer no desenvolvimento da vacina. Os recibos de depósito da BioNTech se valorizaram nesta semana depois que a farmacêutica Pfizer, dos Estados Unidos, divulgou que a vacina em desenvolvimento evitou 90% das infecções sintomáticas em dezenas de milhares de voluntários.

Com US$ 22 bilhões, os gêmeos têm uma das maiores fortunas no setor de saúde do mundo, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Os irmãos, de 70 anos, formaram seu império reinvestindo os lucros dos negócios de medicamentos genéricos da família. Eles “reformularam sua fortuna simplesmente acreditando na ciência”, disse Paul Westall, cofundador da empresa de recrutamento de family office Agreus.

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