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Prefeita de Novo Hamburgo pede publicação de resposta a Videversus

A prefeita de Novo Hamburgo, a tucana Fatima Daudt, enviou esclarecimento de sua posição a Videversus, por meio de texto do seu assessor de imprensa, Dario Panzenhagen, publicado a seguir:

Prefeita de Novo Hamburgo reconhece liberdade do médico receitar ou não tratamento precoce
A prefeita de Novo Hamburgo, tucana Fátima Daudt, mandou o seu assessor de imprensa, destaca que não adotou como política pública da cidade o chamado tratamento precoce. Pelo contrário, Fátima destaca que Prefeitura reconhece a liberdade e responsabilidade do ato médico. Assim, seguindo o que recomenda o Conselho Federal de Medicina e o Ministério da Saúde, o médico tem total liberdade para receitar ou não os medicamentos que compõem o tratamento precoce, como hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina e ivermectina. Ainda conforme recomendações do Conselho Federal de Medicina, no caso do médico receitar a medicação há a necessidade do paciente assinar termo se responsabilizando por efeitos colaterais.
Ao Município, lembra ainda a prefeita, cabe garantir o fornecimento de medicamentos que compõem a lista do SUS. “Este posicionamento que reconhece a liberdade do médico em Novo Hamburgo não é de agora em razão da pandemia, mas foi reforçado desde o início de julho, a partir de uma videoconferência com prefeitos, médicos, senadores e procurador da República”, explica a prefeita.  “Considerando o que está sendo proposto e avaliando os dados e informações que tenho recebido e coletado, me posiciono a favor do tratamento precoce quando for uma conduta médica, na qual o médico faça a prescrição do medicamento conforme a necessidade e o paciente esteja ciente dos riscos”, enfatizou a prefeita naquela oportunidade. E é justamente esta a razão da audiência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta sexta-feira em Brasília. “Há uma dificuldade muito grande da chegada de medicamentos em todos os municípios. Então, vamos apresentar este e outros pedidos na área da saúde, inclusive medicamentos para tratamento de pacientes já internados, como os sedativos tão em falta no mercado”, completa Fátima, reforçando que a Prefeitura não interfere na relação médico-paciente, não recomenda tratamento. “A competência é exclusiva do médico com seu paciente”, conclui.

Videversus considera que a prefeita tucana está confirmando, de maneira indireta, o que a matéria de Videverus afirmou, que o município tinha liberado o uso do kit coronavirus no emprego de programa de prevenção ao covid-19.

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