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Prefeita tucana de Novo Hamburgo se rende e vai adotar distribuição do kit coronavirus na cidade

A prefeita tucana de Novo Hamburgo, segunda maior cidade da região metropolitana de Porto Alegre, a 40 minutos da capital gaúcha, com 250 mil habitantes e um grande parte industrial, finalmente se rendeu às pressões capitaneadas pela Comissão Industrial e Comercial da cidade (entidade da qual ela fez parte e foi presidente) e grande número de lideranças locais para ampliar sua política pública sanitária atual, que se resume a impor restrições às atividades econômicas e humanas, além de apelos para aumento de leitos hospitalares e de UTIs. Ela anunciou que viajará nesta sexta-feira a Brasília, acompanhada por seu secretário da Saúde, general Roberto Jungthon, para pedir apoio do ministro Eduardo Pazzuelo. Novo Hamburgo já contabiliza 84 mortes e o viés é de piora do quadro atual, mas como é cidade pólo da região em atendimento médico, concentra pacientes de várias outras cidades.

Até agora a prefeita Fatima Daudt relutava firmemente em adotar o tratamento precoce dos casos de coronavirus à base do kit covid (hidroxicloroquina + azitromicina + ivermectina+ zinco + vitaminas C e D, em coquetel ou em composições). Mas, deu uma reviravolta em sua posição e anunciou que pedirá ao ministro Pazzuelo que abasteça Nova Hamburgo com os medicamentos e analgésicos, para serem ministrados à população, nos postos de saúde e hospitais, sempre que prescritos pelos médicos e aceitos pelos pacientes. A prefeita Fatima Daudt também pedirá anestésicos ao ministro Eduardo Pazzuelo para as UTIs dos hospitais locais.

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