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Primeiro-ministro do Líbano renuncia, cai o governo dominado pela organização terrorista Hezbollah após explosão no porto de Beirute

O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou nesta segunda-feira (10) a renúncia de seu governo, depois que uma explosão gigantesca no porto de Beirute, equivalente a uma bomba atômica, que gerou protestos públicos contra os líderes do país. Em pronunciamento na televisão, Hassan Diab, chefe de um governo controlado pela organização terrorista Hezbollah, a responsável pela estocagem de 2.750 toneladas de nitrato de amônio no porto, afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”.

Na verdade, em um governo comandado pelo Hezbollah, jamais haveria atuação dessa administração para remoção do material explosivo do porto. A organização terrorista Hezbollah mantinha o estoque para municiar os mísseis que fabrica e pretende lançar sobre Israel, destruindo as cidades israelenses. “Hoje seguimos a vontade do povo em sua demanda ao apontar os responsáveis pelo desastre que esteve oculto por sete anos, e seu desejo de uma mudança real”, disse ele: “Diante desta realidade anuncio hoje a renúncia deste governo”.

O gabinete estava sob pressão para renunciar depois da explosão da semana passada que já matou mais de 200 pessoas, feriu cerca de 6 mil e deixou cerca de 300 mil pessoas sem moradias habitáveis. Vários ministros já haviam renunciado no fim de semana.

O Líbano só terá paz e conhecerá o caminho da retomada do progresso quando expulsar de seu território os palestinos que invadiram o país após terem sido expulsos da Jordânia, e sua organização política criminosa, a terrorista Hezbollah (responsável pela explosão com uma bomba recheada de nitrato de amônio que destruiu a Associação Mutual Israelita – a Amia – em Buenos Aires).

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