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Sistemas da Justiça Eleitoral saíram do ar, suspeita de ataque de hackers

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou uma queda nos sistemas da Justiça Eleitoral na tarde de quinta-feira (12). No mesmo dia, o TSE esclareceu, em nota oficial, que a queda foi motivada por uma sobrecarga interna do sistema, e não por um ataque de hackers, mas ficou a dúvida no ar. Alguns serviços do TSE ficaram indisponíveis com a queda, como Processo Judicial Eletrônico-PJE, divulgação de candidaturas e sites dos TSEs e tribunais regionais.

De acordo com a nota, técnicos do tribunal iniciaram trabalho em conjunto com técnicos do fabricante do equipamento de infraestrutura que travou (um data center). O nome do fabricante não foi divulgado. Ainda segundo o TSE, os sistemas começaram a ser normalizados já na noite de quinta-feira. Nesta sexta-feira (13), os sistemas estiveram em pleno funcionamento, segundo o tribunal. Só não foi explicado como o data center pôde entrar em pane.

O problema técnico não afetou nenhum processo relacionado às eleições municipais deste domingo (15), como preparação de urnas, contagem de votos e transmissão dos resultados, segundo o TSE. Lembra o TSE que a urna eletrônica brasileira funciona sem a necessidade de conexão com qualquer dispositivo de rede. Sendo um equipamento isolado, ela mantém suas funções de segurança intactas, independentemente do que acontecer no sistema central do TSE.

A hipótese de um ataque cibernético surgiu em face de invasões aos sistemas do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e da Controladoria-Geral da União (CGU), ambas nesta semana.

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