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Terrorista islâmico mata três pessoas, uma delas degolada, na Catedral de Nice, na França

Um atentado terrorista islâmico na França deixou três mortos, um deles decapitado, na Basílica de Nice. A polícia prendeu o terrorista e garantiu que a situação está sob controle. O Ministro do Interior anunciou uma reunião do gabinete de crise, em meio a tensões com o mundo islâmico sobre a liberdade de expressão.

O terrorista, um árabe que ingressou como refugiado na Itália, há poucos meses, e a seguir se transferiu para a França, tentou se esconder no banheiro da igreja, foi baleado, preso, e transferido para um hospital, onde está sendo interrogado. Ele não parava de gritar “Allahu Akbar”.

“Tudo sugere que é um ataque terrorista dentro da Basílica de Notre Dame”, disse o prefeito da cidade, Christian Estrosi, e a promotoria antiterrorista abriu uma investigação. De acordo com Christian Estrosi, o atacante repetiu “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto era tratado por pessoal médico. O governo do muito pusilânime, covarde, Emmanuel Macron, elevou o nível de alerta em todo o país para “ataque de emergência” após o ataque.

Logo após esse ataque na catedral de Nice, um homem foi morto na cidade de Avignon, quando ameaçou policiais com uma faca. Logo se descobriu que ele era um segurança do consulado da Arábia Saudita na França.

O prefeito de Nice confirmou que o homem morto no atentado terrorista era o pároco da igreja. Por sua vez, a imprensa local informou que uma das vítimas seria uma mulher de 70 anos que foi decapitada pelo agressor, enquanto a outra mulher conseguiu sair do templo e procurou ajuda em um café próximo, mas não sobreviveu aos ferimentos.

Nossa Senhora de Nice é um templo neo-gótico localizado no coração da cidade da Riviera Francesa. No momento do ataque, nenhuma missa ou serviço religioso estava sendo realizado, mas as portas estavam abertas para qualquer pessoa que quisesse entrar e orar.

A prefeitura de polícia da região dos Alpes-Marítimos indicou que existe uma operação em curso naquela área da cidade, mas não deu mais detalhes.

“Mais uma vez, nas circunstâncias muito difíceis pelas quais nosso país está passando, só posso pedir unidade e coesão dos representantes nacionais”, disse o primeiro-ministro Jean Castex, que deixou apressadamente a sede do parlamento para se dirigir ao Ministério do Interior. Nice, uma cidade com pouco mais de 500.000 habitantes, já foi palco de um atentado em 14 de julho de 2016, quando no meio do feriado nacional um terrorista bateu com seu caminhão nas centenas de pessoas que se aglomeravam no Paseo de los Ingleses. Mais de 80 pessoas perderam suas vidas então.

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